sexta-feira, 8 de abril de 2011

Spoiler Zone #5

Como o Mestre Neco permitiu, aqui estamos! Spoiler Zone 5!

O filme vitimado de hoje ainda está nos cinemas! (Sim, tava na hora de eu fazer uns Spoilers que estraguem filmes mais atuais também, não é?)

Sem maiores milongas, olhe para o céu e busque sua espingarda, porque vai começar...
A Invasão do Mundo: A batalha de Los Angeles.



Ah, Los Angeles... alta concentração de pessoas... uma costa litorânea... muita água... uma bela demonstração de poder humano. Pelo menos é isso que os extra-terrestres pensam. (Observação: acho que extra-terrestres ganhou hífen, né? Aliás, pra que serviu mesmo essa reforma gramatical?)

Após anos de estudos sobre a natureza (violenta e estúpida) humana, nossos novos colonizadores decidem enfiar os pés na Terra e atacar as principais cidades do mundo.

Aqui, eu poderia fazer uma série de comparações com Independence Day ou Guerra dos Mundos, mas acho que vocês já devem ter lido algo por outros críticos chatos em outros blogs... (Mesmo que vocês só precisem da minha opinião, eu sei, eu sei...)
  •  Independence Day: seres de outro planeta querem a Terra por suas riquezas naturais. Usando uma tecnologia bélica muito superior, destróem as principais sedes do planeta. Seus planos são como os das nuvens de gafanhotos: arrancar todo alimento e água do planeta e seguir para outros mundos, em busca de (sacanear) mais alimentos dos nativos. Nações do mundo inteiro se unem e combatem naves espaciais munidas de campos de força. Soldados americanos rocks!

  • Guerra dos Mundos: eles estudaram os homens durante anos e escolheram uma bela terça-feira (não sei se era terça, esqueçam) para invadir a Terra e, pilotando seus tripóides, exterminar a raça humana, fazendo plantações de umas plantinhas muito esquisitas regadas à sangue humano. A maior riqueza da Terra é a terra. E seus (adubos) habitantes.
 Especialmente o Guerra dos Mundos faz uma grande referência aos maltratos (reforma gramatical, pra quê?) dos colonizadores sobre os nativos, desde os tempos da colonização. Aliás, é também um grande livro! Mas voltamos ao SZ#5...

O que diferencia esse filme dos outros é a questão da batalha em si: é combate em campo, arma contra arma, sendo que nossos visitantes indesejados precisam do planeta inteiro, não usando armas de destruição em massa. Em troca, a Terra não reage a ponto de usar armas nucleares.


É interessante observar que os extra-terrestres usam táticas de guerra em campo semelhantes à nossas, provavelmente por resultado de anos estudando nossas milícias e táticas terrestres.

Outro fator muito positivo é o predomínio da linguagem militar, já que os protagonistas são soldados americanos. Em maioria experientes em combate, com dois superiores: um soldado que nunca liderou um grupo e um ex-comandante já em aposentadoria, subjulgado por ter perdido uma tropa inteira e ser o único sobrevivente.

 A missão do grupo consiste em resgatar alguns civis que ficaram escondidos em um hospital, em meio ao caos da batalha contra criaturas nunca antes vistas.

Como todos os soldados americanos arregaçaram as mangas, o grupo ganha reforços, como uma especialista em comunicações que está separada de seu grupo original.
Voltando a falar desse papo da linguagem militar, é realmente impressionante o papel de cada ator e sua personagem. Um prato cheio pra quem curte filmes de ficção científica e filmes de guerra. Se você gosta dos dois, vai adorar esse!

O suspense e o mistério sobre as criaturas adversárias também contam pontos para o longa. Algumas cenas fazem o expectador suar frio na cadeira do cinema.
Momentos de tensão são outro ponto de destaque
 O grupo, por fim, tem pouco tempo para a retirada dos civis da situação. Uma base aérea tem um míssil pronto para dizimar qualquer vida em Los Angeles, já que a concentração adversária é muito alta. E chegou a hora que todos esperavam:

Lá vem Spoiler!
Se você não quer que esta seção do Blog do Neco estrague seu filme, não leia todo o texto em vermelho. Aliás, não leia nada em vermelho. Aliás, por que você ainda está lendo esse texto em vermelho, se eu disse pra não ler?

Alguma coisa dá errado na base aérea, como você vê
E a partir dali, o bicho pega, mais uma vez para o lado dos soldados americanos. Embora isso você já esperasse, não é?

Lembrando que o mundo inteiro está sendo invadido por esses malditos vermes do espaço! Pega sua espingarda e cai dentro também!


 The World wants YOU!!!

Eu sou Bier! E você acabou de participar, mais uma vez do Spoiler Zone! Aqui do blog do Neco!

Ah, sim! É um ótimo filme!
Aproveito pra mandar um abraço para o Schell e para o Andrezinho, colegas do Nerd Way of Life, que me convidaram para essa jornada em busca de paz ao mundo e pipocas no cinema!

5 comentários:

Mau disse...

Assisti esse filme e detestei. Mais um filmeco cheio de efeitos, uma estória ridícula de uns soldadinhos americanos salvando o mundo dos malvados estrangeiros...

Paga pau de americano vai adorar!

Andrezinho "a Mochila" disse...

Cara, se os fuzileiros são tão patriotas quanto os soldados de qualquer nação.
Queria que eles fossem flamenguistas?

Bier disse...

Mau, eles não salvam o mundo. Aliás, eles nem sequer salvaram Los Angeles.

O filme termina com o mundo inteiro ainda em combate.

Schell disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Schell disse...

Resumindo em poucas palavras eles conseguem reconquistar parte de Los Angeles e não salvar o mundo, como o Bier disse "O filme termina com o mundo inteiro ainda em combate", até porque todas as principais cidades estão em combate assim como aparece no noticiário, mas durante o filme é totalmente visto que o filme tenta mostrar a batalha dentro da cidade de Los Angeles, logo surge o nome A BATALHA DE LOS ANGELES (Battle LA), compreende!

Alias, concordo com o Andrezinho, se nem os soldados fossem patriotas quem mais iria ser?

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